“Você acredita em fadas?”
O filme, “Labirinto de Fauno”, é uma mistura de magia com realidade, de inocência com crueldade, de sonho com pesadelo, são opostos em um mesmo lugar. Um mundo no subterrâneo do mundo dos homens onde não havia ódio nem dor, convivia-se em paz com os animais e com a natureza e para chegar lá bastava passar pelo labirinto.
O filme todo trata dessa dualidade, da fantasia com o real, do amor com a guerra. Em uma mistura de cenários do real com o irreal, de mortes, de explosões, de seres de não-humanos, tudo muito bem produzido, muito bem dirigido. Cenas impecáveis em um figurino simples, personagens fortes, marcantes. A mistura de luz, do claro, tom amarelado, representando a vida, a juventude do início da história para o cinza do frio, da dor, da guerra.
Creio que o principal sentido do filme é a dúvida, o sentimento humano da incerteza, os dois lados, as duas faces. E agora volto a perguntar: “Você acredita em fadas?”
sábado, 16 de agosto de 2008
O Orfanato

Suspense, mistério, medo, angústia, desconfiança... Sentimentos que são despertados quando se assiste “O Orfanato”. Não apenas pelo enredo, mas, pelo som, pelos personagens, pelo cenário, pela cor, ou melhor, pela falta de cor.
O filme espanhol narra a história do assassinato de crianças de um orfanato, que ali mesmo são enterradas, ou melhor, escondidas mas, suas almas continuam vagando pelos corredores da casa.
Uma história instigante que prende a atenção de quem assiste. Em um cenário escuro, frio, seco, rústico onde tudo desperta medo e a dúvida. Uma casa grande com móveis antigos, quase sem luz, com pontos de penumbra, personagens com problemas, com um passado triste, sem cor, rostos sofridos e para fechar o grande filme uma trilha musical sinistra que na hora certa desperta as emoções certas, sejam elas de medo, tristeza, pena e porque não alegria, nem que seja falsa e rápida.
E mesmo quem não acredita no contato com mortos, pelo menos naqueles minutos do filme sente uma incerteza. Eu senti.
Comprove: http://www.oorfanatofilme.com.br/
O filme espanhol narra a história do assassinato de crianças de um orfanato, que ali mesmo são enterradas, ou melhor, escondidas mas, suas almas continuam vagando pelos corredores da casa.
Uma história instigante que prende a atenção de quem assiste. Em um cenário escuro, frio, seco, rústico onde tudo desperta medo e a dúvida. Uma casa grande com móveis antigos, quase sem luz, com pontos de penumbra, personagens com problemas, com um passado triste, sem cor, rostos sofridos e para fechar o grande filme uma trilha musical sinistra que na hora certa desperta as emoções certas, sejam elas de medo, tristeza, pena e porque não alegria, nem que seja falsa e rápida.
E mesmo quem não acredita no contato com mortos, pelo menos naqueles minutos do filme sente uma incerteza. Eu senti.
Comprove: http://www.oorfanatofilme.com.br/
domingo, 10 de agosto de 2008
Os produtores

Uma super produção, um espetáculo de luz, dança, canto...
Com um figurino de primeira, atores ensaiados afinados o musical americano " The Producers" conta a saga de um produtor falido que encontra no fundo do poço a saida para seus problemas. A mega produção é perfeita, tudo impecável, os contrastes do colorido, o cenário, as luzes, o humor discreto e extravasado dos personagens, o sensual, o exagero, o grandioso, o poder representando como é, ou almeja ser, a vida na Broadway." Nós conseguimos!"
Deixo aqui minha dúvida, o que o mambo, conga, não sei, tem haver com o Rio?! ou melhor com o Brasil?! Seria uma simples homenagem a Carmem Miranda?!Minha limitada imaginação não conseguiu acompanhar este ato.
sábado, 9 de agosto de 2008
Programação Visual
sábado, 2 de agosto de 2008
Nem tudo é o que parece ser...

Obra: "Todo es nada"
Autora: Agès Wyler
O que é tudo?! "Tudo bem com você?", " Está tudo pronto.", "Um por todos e todos por um." Tudo é todas as coisas juntas. Será?
A obra de Agnès Wyler chama a atenção por ser resumida em três palavras "todo es nada". Três palavras que dão muitos caminhos para interpretação. Elas podem ser afirmativas, indagatórias, irônicas tudo depende de quem as observa.
Cubos coloridos, simples, uniformes, instigantes que ficariam muito bem expostos nas ruas onde todos pudéssem olhar, tocar e analisar. Se todos observássem o que aconteceria?Nada?!
A obra de Agnès Wyler chama a atenção por ser resumida em três palavras "todo es nada". Três palavras que dão muitos caminhos para interpretação. Elas podem ser afirmativas, indagatórias, irônicas tudo depende de quem as observa.
Cubos coloridos, simples, uniformes, instigantes que ficariam muito bem expostos nas ruas onde todos pudéssem olhar, tocar e analisar. Se todos observássem o que aconteceria?Nada?!
Joana Pereira
Fonte: http://old.likeyou.com/artistsbios/artist.php?a=289
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