sábado, 27 de setembro de 2008

Eu, Joana

Sou Joana, nada tenho haver com Joana D’Arc e muito menos com o feminino de João. PS: acho que não conheço nenhum João... ou não!

Sou menina, sou criança, sou mulher. Não sou alta mas, também não sou baixa, tenho cabelos negros e com cachos, olhos castanho escuros.
Gosto de rir, gargalhar embora, muitas vezes, choro com ou sem razão. Adoro meus amigos, amo minha família. Não curto muito falar de mim mas, nesse caso foi preciso.

Adoro vôlei e dificilmente jogo. Amo dançar. Sou simples, tenho uma vida simples mas, vivo intensamente, quando posso, claro. Sinto saudade da minha casa, do meu quarto, dos meus pais, do Rio Grande do Sul. Mas, gosto daqui.

Sou antônimo, sou sinônimo e vou vivendo nessa troca constante. Adoro música e me descrevo, nesse momento, com um trecho de uma delas que carrego no meu MP3...

“Perceber aquilo que se tem de bom no viver é um dom...
Mesmo sem me libertar eu vou...”
Liberdade, Marcelo Camelo

Aula de PP

5h20min desperta o celular. Mais um dia dessa rotina: banho+café+gloss+ônibus+ônibus+faculdade+mto mais...

- Onde é a aula, na agência?!
- Não, laboratório 02.
- Do bloco C?!?
- Não, bloco A.
- Hum...postou no blog?
- Xiiii, não deu tempo, mas, eu trouxe no pendrive.


- Já fez chamada professor?!
- Ainda não.
- Ufa.... qual o nome do arquivo que é pra abrir?!
- Trabalho para segunda, em corel, não esquecer de salvar sempre, clicar fora da página e voltar para a ferramenta seleção!

Uma rotina que se repete todos os dias de um jeito diferente, mesmos personagens, mas, um enredo totalmente novo, a cada dia. É assim uma aula de PP na UCDB. (a rima não foi proposital)

Amigos

" Amizade, amizade, é dom divino da paz. É poesia e violão cantando a mesma canção com duas vozes iguais..." ( Rui Biriva)

Tem-se momentos na vida em que mudamos, mudamos de casa, de rua, de bairro, de cidade, de estado ou simplesmente de espírito. Mas, os amigos estão sempre lá, longe ou perto são o porto seguro, a certeza de que não estamos sozinhos.

Muitos vem outros vão, amizades passageiras, duradouras, amigos da facu, amigos do ônibus... não importa onde, nem como e nem o porque... sempre há amigos!

Parecidos no jeito de andar, de falar, de rir, de pensar, de se vestir, no gosto musical. Alguma semelhança sempre há, pois, amigos verdadeiros são reflexos de nosso ser. Cada um com seu jeito, com sua personalidade mas, todos especiais!

sábado, 6 de setembro de 2008

Propaganda infância


Sempre que passava a propaganda da bombril eu corria para assistir, não importa o que estava fazendo. Dava altas gargalhadas, muitas vezes sem entender o trocadilho, mas, era engraçado do mesmo jeito!Adorava o garoto bombril e suas imitações, a criatividade me fascinava e mesmo sem saber sempre que precisava compra esfregão de aço eu pedia:



- Por favor, me dá um Bombril.

Sin City

... a cidade dos pecados...

Assista Sin City e prepare-se para entrar no mundo dos quadrinhos, animado. Uma mistura de medo, curiosidade, suspense retratados em preto e branco com pouco toque de cores, cores estas fortes como vermelho e laranja. É um misto de emoções e sensações...As poucas partes que aparecem coloridas destacam-se sobre o cinza dando um tom diferente à história. Cada personagens com seus conflitos e decepções, o que tinham em comum? o pecado.

Traduzo-o por uma frase dita por um dos personagens "não tem porque ser discreto."

Volver


A história do filme Volver passa em um subúrbio da Espanha, não há casa de luxo, carros importados e sim um ambiente de trabalho e casas simples. O colorido, em tom avermelhado, caracteriza e acentua o tema dramático. a trilha dá um toque de suspense.

O cenário paasa a idéia do tradicional, assim como o figurino e as atitudes dos personagens, tudo muito caractarístico da cultura espanhola, lembrando um pouco os latinos. A personagem principal, Raimunda, é a tradução da mulhar bonita, batalhadora, sedutora. Seus decotes, seus cabelos, seu olhar penetrante deixam isso bem claro. É símbolo de superação e garra.

Um enredo forte, marcante com personagens surpreendentes. Um filme simples, sem efeitos especiais mas, terno, emocionante e porque não "caliente".

sábado, 16 de agosto de 2008

Labirinto da Fauno

“Você acredita em fadas?”

O filme, “Labirinto de Fauno”, é uma mistura de magia com realidade, de inocência com crueldade, de sonho com pesadelo, são opostos em um mesmo lugar. Um mundo no subterrâneo do mundo dos homens onde não havia ódio nem dor, convivia-se em paz com os animais e com a natureza e para chegar lá bastava passar pelo labirinto.

O filme todo trata dessa dualidade, da fantasia com o real, do amor com a guerra. Em uma mistura de cenários do real com o irreal, de mortes, de explosões, de seres de não-humanos, tudo muito bem produzido, muito bem dirigido. Cenas impecáveis em um figurino simples, personagens fortes, marcantes. A mistura de luz, do claro, tom amarelado, representando a vida, a juventude do início da história para o cinza do frio, da dor, da guerra.

Creio que o principal sentido do filme é a dúvida, o sentimento humano da incerteza, os dois lados, as duas faces. E agora volto a perguntar: “Você acredita em fadas?”

O Orfanato


Suspense, mistério, medo, angústia, desconfiança... Sentimentos que são despertados quando se assiste “O Orfanato”. Não apenas pelo enredo, mas, pelo som, pelos personagens, pelo cenário, pela cor, ou melhor, pela falta de cor.

O filme espanhol narra a história do assassinato de crianças de um orfanato, que ali mesmo são enterradas, ou melhor, escondidas mas, suas almas continuam vagando pelos corredores da casa.

Uma história instigante que prende a atenção de quem assiste. Em um cenário escuro, frio, seco, rústico onde tudo desperta medo e a dúvida. Uma casa grande com móveis antigos, quase sem luz, com pontos de penumbra, personagens com problemas, com um passado triste, sem cor, rostos sofridos e para fechar o grande filme uma trilha musical sinistra que na hora certa desperta as emoções certas, sejam elas de medo, tristeza, pena e porque não alegria, nem que seja falsa e rápida.

E mesmo quem não acredita no contato com mortos, pelo menos naqueles minutos do filme sente uma incerteza. Eu senti.

Comprove: http://www.oorfanatofilme.com.br/

domingo, 10 de agosto de 2008

Os produtores


Uma super produção, um espetáculo de luz, dança, canto...



Com um figurino de primeira, atores ensaiados afinados o musical americano " The Producers" conta a saga de um produtor falido que encontra no fundo do poço a saida para seus problemas. A mega produção é perfeita, tudo impecável, os contrastes do colorido, o cenário, as luzes, o humor discreto e extravasado dos personagens, o sensual, o exagero, o grandioso, o poder representando como é, ou almeja ser, a vida na Broadway." Nós conseguimos!"



Deixo aqui minha dúvida, o que o mambo, conga, não sei, tem haver com o Rio?! ou melhor com o Brasil?! Seria uma simples homenagem a Carmem Miranda?!Minha limitada imaginação não conseguiu acompanhar este ato.

sábado, 9 de agosto de 2008

Programação Visual


Gostei porque é:


* simples;

* ousado;

* atraente;

* clin.


Combina perfeitamente com o que está representando. As imagens atraem a atenção despertando o desejo enquanto o texto, em azul, passa seriedade e sofisticação.


Beleza + necessidade = compra.

sábado, 2 de agosto de 2008

Nem tudo é o que parece ser...


Obra: "Todo es nada"
Autora: Agès Wyler

O que é tudo?! "Tudo bem com você?", " Está tudo pronto.", "Um por todos e todos por um." Tudo é todas as coisas juntas. Será?

A obra de Agnès Wyler chama a atenção por ser resumida em três palavras "todo es nada". Três palavras que dão muitos caminhos para interpretação. Elas podem ser afirmativas, indagatórias, irônicas tudo depende de quem as observa.

Cubos coloridos, simples, uniformes, instigantes que ficariam muito bem expostos nas ruas onde todos pudéssem olhar, tocar e analisar. Se todos observássem o que aconteceria?Nada?!


Joana Pereira


Fonte: http://old.likeyou.com/artistsbios/artist.php?a=289

terça-feira, 29 de julho de 2008

Equilibrium

“... sem amor a respiração é só um barulho de relógio...”.

As cores transmitem alegria, amor, calor, aconchego, emoção e por isso não eram bem vindas na cidade de Libria. Filme do diretor Kurt Wimmer estrelado no ano de 2002 nos Estados Unidos, Equilibrium relata a história de uma civilização onde sentir é um ato criminoso.

Seu cenário e figurino traduzem um ambiente de frieza, uniformidade, conformismo passando a idéia de como seria o mundo se o homem fosse proibido de ter sentimentos e demonstrá-los, tanto os bons quanto os ruins. Caracterizado por casas totalmente sérias, paredes brancas, móveis uniformes, apenas o básico, o bruto, sem cores, sem enfeites, sem nada que pudesse despertar qualquer emoção. Do mesmo modo, os cidadãos librianos vestem-se seriamente com cores neutras, tecidos pesado e de corte reto. Os cabelos perfeitamente arrumados, numa espécie de uniformização, passam a mensagem de perfeição.

A imagem que guardo do filme é de uma cidade fria, mecânica composta por homens-robôs. A sensação que se tem é de angustia, de incômodo e de opressão. Creio que a parte visual do filme traduz perfeitamente a mensagem que esse pretende passar a quem o assiste.

Joana Pereira